Alexandrita e seus significados e propriedades

Alexandrita (Alexandrite) e seus significados e propriedades

A Alexandrita ou alexandrite, também conhecida como “esmeralda dos urais” é uma variedade do mineral crisoberilo. É uma pedra preciosa muito apreciada e de grande valor devido à sua raridade.

Tem a capacidade de mudar sua cor de acordo com a luz: à luz natural é geralmente verde-oliva, mas à luz incandescente, de lâmpadas de filamento e fogo, assume cor vermelha. Sua mudança de cor e relativa escassez é devido a uma combinação extremamente rara de minerais, incluindo titânio, ferro e cromo.

Em relação à Granada Grossulária, pedra que também apresenta variação de cor, a diferenciação deve ser feita observando-se a birrefringência, já que a Granada é monorrefringente.A Alexandrita algumas vezes pode conter minúsculas inclusões em forma de agulhas, paralelas, que refletem uma luz prateada e ondulante (efeito de acatassolamento).

Quando lapidada em cabochão. É uma das pedras mais caras, sendo encontrada nos Montes Urais na Rússia e no município de Antônio Dias em Minas Gerais.

Seu nome “Alexandrita” é devido ao aniversário de 12 anos de idade de Alexandre Nicolaievitch, o futuro czar Alexandre II, que coincidiu com o dia em que o explorador sueco Nils Nordenskiöld encontrou a pedra, pela primeira vez, nos montes Urais da Federação Russa. Nils Nordenskiöld percebeu que a variação de coloração da pedra encontrada, quando esta se apresentava sob a luz do sol e a luz incandescente, coincidiam com as cores do exército do czar: verde e vermelho.

Devido tal coincidência a Alexandrita passou a ser um símbolo nacional da Rússia.

A lenda mais difundida sobre esta pedra é a de que o referido czar teria ordenado a execução de um lapidário, depois que este lhe devolveu uma pedra de diferente cor da que lhe houvera sido confiada para lapidar. Esta lenda deve-se ao fato de que a alexandrita apresenta um peculiar fenômeno óptico de mudança de cor, exibindo uma coloração verde a verde-azulada (apropriadamente denominada “pavão” pelos garimpeiros brasileiros) sob luz natural ou fluorescente e vermelha-púrpura, semelhante a da framboesa, sob luz incandescente.

Quanto mais acentuado for este cambio de cor, mais valorizado é o exemplar, embora, para alguns, os elevados valores que esta gema pode alcançar devam-se mais a sua extrema raridade que propriamente à sua beleza intrínseca.

Esta instigante mudança de cor deve-se ao fato de que a transmissão da luz nas regiões do vermelho e verde-azul do espectro visível é praticamente a mesma nesta gema, de modo que qualquer câmbio na natureza da luz incidente altera este equilíbrio em favor de uma delas.

Assim sendo, a luz diurna ou fluorescente, mais rica em azul, tende a desviar o equilíbrio para a região azul-verde do espectro, de modo que a pedra aparece verde, enquanto a luz incandescente, mais rica em vermelho, faz com que a pedra adote esta cor.

Este exuberante fenômeno é denominado efeito-alexandrita e outras gemas podem apresentá-lo, entre elas a safira, algumas granadas e o espinélio.

É importante salientar a diferença entre esta propriedade e a observada em gemas de pleocroísmo intenso, como a andaluzita (e a própria alexandrita), que exibem distintas cores ou tons, de acordo com a direção em que são observadas e não segundo o tipo de iluminação a qual estão expostas. A Rússia foi o único produtor dessa variedade de crisoberilo por muito tempo, até que, entre 1960 e 1980, devido ao esgotamento de suas reservas, o Sri Lanka passou a ser o produtor mais importante.

Entre 1970 e 1980 o Brasil também se tornou um produtor de Alexandrita com extrações na Bahia, Espírito Santo e, principalmente Minas Gerais onde, inicialmente a Alexandrita era extraída no município de MalacachetaEm 1986 descobriu-se grande quantidade dessa gema em hematita, no município de Antônio Dias, o que provocou o abandono dos demais garimpos.A jazida de hematita levou o Brasil à condição de maior produtor mundial. 

Desde 1970 se produz Alexandrita sintética, e há também, no mercado, imitações feitas com espinélio sintético, ao qual se adicionou óxido de vanádio.As imitações são vendidas sob os nomes de Alexandrina, Alexandrita sintética ou simplesmente Alexandrita, o que pode provocar confusão na hora da compra.

Tentativas de imitações da Alexandrita feitas no passado com a utilização de Espinélios e Coríndons sintéticos obtiveram resultados bastante modestos. No entanto, mais recentemente, têm sido produzidas Alexandritas sintéticas somente para uso industrial, o que as torna ainda mais raras do que a gema natural.

É importante ressaltar que uma pedra sintética não quer dizer que é uma pedra artificial. Pedras sintéticas são criadas em laboratório a partir de fragmentos da pedra original.

Elas contém basicamente a mesma composição das pedras naturais, a única diferença é que enquanto a natureza levaria milhões de anos para produzir uma gema, em laboratório levam-se de 6 meses a 1 ano. Gemas sintéticas possuem uma energia extremamente poderosa, tanto quanto as gemas naturais.

E ainda tem outra vantagem: Por serem produzidas em laboratório, não trazem tantos problemas ambientais quanto o garimpo. 

A distinção entre as alexandritas naturais e sintéticas é feita com base no exame das inclusões e estruturas ao microscópio e, como ensaio complementar, na averiguação da fluorescência à luz ultravioleta, usualmente mais intensa nos exemplares sintéticos, devido à ausência de ferro, que inibe esta propriedade na maior parte das alexandritas naturais.

A maior natural Alexandrita já lapidada, com 65 quilates, foi encontrada no Sri Lanka e atualmente se encontra no Museu de História Natural de Washington nos Estados Unidos. Ainda no Sri Lanka encontrou-se uma Alexandrita que pesou 375g em seu estado bruto. 

Foram descobertas três pedras no município de Antonio Dias em Minas Gerais.

A menor pesando 388,74 gramas a segunda pesando 651,50 gramas e a maior pedra pesando 6.184,27 gramas.

Conforme laudo do GEMOLOGICAL LABORATORY HÉCLITON SANTINI HENRIQUES Registration Number: LT-390/11. todas em estado bruto.

A Alexandrita é excelente para evitar que energias psíquicas exteriores venham exercer força sobre nós.

Traz força e coragem para prover nossa própria renovação e regeneração, dando espaço para idéias novas ou fomentando a liberação de preconceitos e velhos hábitos mentais.

Traz maturidade emocional, alegria e proteção.

Aumenta a graça e a elegância nos gestos e nas atitudes.

Atua sobre a auto-estima e facilita o equilíbrio emocional.

Com este cristal, as qualidades femininas são ligeiramente amplificadas.

Doenças do sistema nervoso, leucemia e problemas associados às glândulas linfáticas e ao baço podem ser aliviados quase que instantaneamente com a Alexandrita pois este cristal aumenta a assimilação de proteínas.

Podendo ainda ser utilizada na cromoterapia para uma amplificação dos efeitos desta técnica. 

A Alexandrita é benéfica para o sistema nervoso, para o baço os testículos.

Mas a habilidade que ressalta é sua capacidade regeneradora, tanto no plano físico, quanto no mental. Este cristal nos guia e ajuda a reconstruir o auto-respeito.

Auxilia-nos a reconhecer nossa importância e valor neste mundo.

Também nos ajuda a ver melhor qual o nosso lugar na natureza e dentro de uma ecologia saudável.

É uma pedra tranquilizadora e quem a usa verá estabilizar-se seu gasto de energia, de modo que algumas coisas que, em geral, exigem um grande esforço físico ou mental, tornam-se menos onerosas. A Alexandrita é a pedra do equilíbrio entre a força e a justiça, o poder e humildade, a agressividade e a doçura.

Excelente para ser utilizada por políticos e homens de negócio lhes garantindo o sucesso, evitando-lhes os falsos passos.

Seu desempenho de equilíbrio intervém ao nível da circulação das energias entre o chakra coronal e o chakra racina.

FICHA TÉCNICA DA ALEXANDRITA

Chakra: Sétimo, sexto, quarto

Bodas: 45 anos

Polaridade: Feminina

Dureza: 8,5 Mohs

Profissões: Políticos, empreendedores, oradores, palestrantes

Composição: Óxido de berilo e alumínio

Origem: Sri Lanka (Ratnapura e diversas outras ocorrências), Brasil, Tanzânia (Tunduru), Madagascar (Ilakaka) e Índia (Orissa e Andhra Pradesh)

Efeitos esotéricos e psíquicos:

  • Equilíbrio
  • Otimização da energia
  • Protege contra energias negativas
  • Regeneração (tanto física quanto mental)
  • Ajuda a se livrar de preconceitos
  • Auto-estima
  • Maturidade

Efeitos terapêuticos:

  • Testículos
  • Sistema nervoso
  • Leucemia
  • Glândulas linfáticas
  • Baço
  • Aumenta a assimilação de proteínas