Tanzanita (Tanzanite) e seus significados e propriedades

Tanzanita (Tanzanite) e seus significados e propriedades

Tanzanite (Portugal) ou Tanzanita (Brasil) é uma variedade do mineral zoisite descoberta nos Montes Meralani no norte da Tanzânia em 1967 próximo de Arusha. Desde então, a gema conheceu uma onda de popularidade, nomeadamente nos EUA, onde a Tiffany & Co. teve um papel fundamental tanto no seu batismo, como na sua apresentação ao mercado e subsequente promoção.

Trata-se de uma gema popular e valiosa, sobretudo por sua cor e raridade (10.000 vezes mais raro que o Diamante). Digno de realce é o forte tricroísmo que apresenta (azul safira, violeta e verde dependendo da orientação do cristal). No entanto, a maior parte da tanzanite recebe tratamento térmico artificial para melhorar a sua cor, o que reduz significativamente esse tricroísmo.

Tem cor azul-safira, devida ao vanádio (tem 0,02%V). É transparente, tem dureza 6,5 a 7,5 na escala de Mohs, índice de refração 1,690 a 1,700 e birrefringência 0,010. A Tanzânia é ainda a única fonte conhecida e lá existem também zoisitas de outras cores que, aquecidas a 380 °C, ficam azul-safira, com reflexos roxos. (Pércio M. Branco, Dicionário de Mineralogia e Gemologia, 2008).

A Tanzanita é uma pedra extraordinária que só ocorre em um único lugar do mundo. Ela é azul e apresenta delicados pontos púrpura. Graças à sua aura incomum e à Tiffany de Nova York tornou-se, rapidamente, uma das pedras mais cobiçadas do mundo. A origem de seu nome é uma referência ao país onde é encontrada, a Tanzânia, na África. Muitas pessoas podem se surpreender ao ouvir o nome África ao lado de pedras preciosas, mas é neste continente onde encontra-se uma grande variedade de pedras excepcionais, entre elas a Tanzanita.

Em 1.967, quando foi descoberta, a Tanzanita foi batizada de ” a pedra preciosa do século XX”, devido não só à sua beleza  como também ao entusiasmo dos especialistas. Conta-se que seus descobridores perderam o fôlego quando avistaram, pela primeira vez, o azul profundo da Tanzanita.Isso aconteceu no norte da Tanzânia, nos Montes Meralani, perto da cidade de Arusha. Há milhões de anos atrás, xistos metamórficos (nome genérico que se dá a vários tipos de rochas metamórficas), gnaisses (espécie de rocha) e quartzitos formaram uma elevação de topo achatado (inselberg) sobre uma vasta planície à sombra do Kilimanjaro. Estes cristais preciosos cresceram em depósitos no interior dessas elevações incomuns e, por muito tempo, permaneceram escondidas do olhar humano até que, um dia, pastores que passando por Masai, avistaram o brilho de cristais reluzindo à luz do sol. Os pastores, então, pegaram esses cristais e os levaram para casa. Assim foi o descobrimento da Tanzanita.

O profundo azul da Tanzanita é fantástico e pode variar até uma tonalidade azul-violeta. A mais cobiçada e valiosa cor da Tanzanita é a que apresenta o fascinante efeito azul com toques brilhantes de púrpura, o que acontece, particularmente, nas pedras com mais de dez quilates. Dependendo do ângulo que você olhar para a Tanzanita, ela pode parecer azul, roxa ou marrom amarelado.

A Tanzanita é muito benéfica para os “workaholics” e para aqueles que estão sobrecarregados. Acalma a mente hiperativa e tem efeito relaxante, fazendo com que você fique um pouco mais devagar, no bom sentido.  Esses efeitos farão com que você readquira o equilíbrio, de modo que possa levar uma vida menos estressante, mais organizada, produtiva e saudável.

Durante a meditação, a Tanzanita  com sua alta energia vibracional, facilita um profundo estado meditativo. Este cristal magnífico melhora as habilidades psíquicas e abre o coração, elevando o humor e trazendo sentimentos de paz. Devido à sua cor azul, a Tanzanita abre o chacra da garganta, incentivando clareza de comunicação. Ela pode, ainda, auxiliar nas comunicações com o mundo espiritual e ajudar a alcançarmos o conhecimento superior. É ótima para ajudar aqueles que desejam se tornar mais conscientes do “eu” espiritual e aguça o interesse em metafísica e nos questionamentos interiores.

A Tanzanita ajuda o fluxo de positividade em toda a mente, nos torna menos exigentes e traz sorte e fortuna a seu portador. Ela age como um elixir para a alma e nos liberta de hábitos negativos. Transforma os impulsos destrutivos em construtivos, abre a consciência que nos faz enxergar como vivemos e ver outras formas de viver mais conscientemente.É a pedra ideal para aqueles que ainda não conseguiram reconhecer sua força. Dá confiança e nos ajuda , gradualmente, a nos abrir para novas possibilidades. Dissipa a letargia e traz os sentimentos reprimidos à tona, fazendo com que possam ser expressos.

A Tanzanita é uma ferramenta maravilhosa para incentivar a recuperação de uma doença grave e do stress. Fortalece o sistema imunológico, regenera as células, trata do coração, baço, pâncreas, pulmões, cabeça, garganta e peito. Neutraliza a acidez e reduz inflamações. Estimula a fertilidade e cura doenças dos ovários e testículos. Recomenda-se usar a Tanzanita diretamente sobre a pele ou em joias e que deve ser usada por um longo período de tempo, por ser uma pedra de ação lenta.

Infelizmente, devido à exploração desenfreada da Tanzanita e por ser encontrada apenas em um único lugar do mundo, esta pedra esplêndida está ameaçada de extinção.

FICHA TÉCNICA DA TANZANITA

Signo: Capricórnio, Aquário, Sagitário

Chakra:  6, 7

Vibração: Alta

Origem: Tanzânia

Dureza: 6,5 a 7,5 mohs

Composição química: Ca2Al2[SiO4]3(OH)-silicato de cálcio e aluminio

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Efeitos esotéricos e psíquicos:

  • Ajuda a lidar com sobrecarga do dia a dia
  • Hiperativismo
  • Equilíbrio
  • Paz
  • Bom humor
  • Auxilia nas comunicações espirituais
  • Liberta de hábitos negativos

Efeitos terapêuticos:

  • Fortalece o sistema imunológico
  • Regenera as células
  • Trata do coração
  • Baço
  • Pâncreas
  • Pulmões
  • Cabeça
  • Garganta e peito
  • Neutraliza a acidez e reduz inflamações
  • Estimula a fertilidade e cura doenças dos ovários e testículos

Alexandrita e seus significados e propriedades

Alexandrita (Alexandrite) e seus significados e propriedades

A Alexandrita ou alexandrite, também conhecida como “esmeralda dos urais” é uma variedade do mineral crisoberilo. É uma pedra preciosa muito apreciada e de grande valor devido à sua raridade.

Tem a capacidade de mudar sua cor de acordo com a luz: à luz natural é geralmente verde-oliva, mas à luz incandescente, de lâmpadas de filamento e fogo, assume cor vermelha. Sua mudança de cor e relativa escassez é devido a uma combinação extremamente rara de minerais, incluindo titânio, ferro e cromo.

Em relação à Granada Grossulária, pedra que também apresenta variação de cor, a diferenciação deve ser feita observando-se a birrefringência, já que a Granada é monorrefringente.A Alexandrita algumas vezes pode conter minúsculas inclusões em forma de agulhas, paralelas, que refletem uma luz prateada e ondulante (efeito de acatassolamento).

Quando lapidada em cabochão. É uma das pedras mais caras, sendo encontrada nos Montes Urais na Rússia e no município de Antônio Dias em Minas Gerais.

Seu nome “Alexandrita” é devido ao aniversário de 12 anos de idade de Alexandre Nicolaievitch, o futuro czar Alexandre II, que coincidiu com o dia em que o explorador sueco Nils Nordenskiöld encontrou a pedra, pela primeira vez, nos montes Urais da Federação Russa. Nils Nordenskiöld percebeu que a variação de coloração da pedra encontrada, quando esta se apresentava sob a luz do sol e a luz incandescente, coincidiam com as cores do exército do czar: verde e vermelho.

Devido tal coincidência a Alexandrita passou a ser um símbolo nacional da Rússia.

A lenda mais difundida sobre esta pedra é a de que o referido czar teria ordenado a execução de um lapidário, depois que este lhe devolveu uma pedra de diferente cor da que lhe houvera sido confiada para lapidar. Esta lenda deve-se ao fato de que a alexandrita apresenta um peculiar fenômeno óptico de mudança de cor, exibindo uma coloração verde a verde-azulada (apropriadamente denominada “pavão” pelos garimpeiros brasileiros) sob luz natural ou fluorescente e vermelha-púrpura, semelhante a da framboesa, sob luz incandescente.

Quanto mais acentuado for este cambio de cor, mais valorizado é o exemplar, embora, para alguns, os elevados valores que esta gema pode alcançar devam-se mais a sua extrema raridade que propriamente à sua beleza intrínseca.

Esta instigante mudança de cor deve-se ao fato de que a transmissão da luz nas regiões do vermelho e verde-azul do espectro visível é praticamente a mesma nesta gema, de modo que qualquer câmbio na natureza da luz incidente altera este equilíbrio em favor de uma delas.

Assim sendo, a luz diurna ou fluorescente, mais rica em azul, tende a desviar o equilíbrio para a região azul-verde do espectro, de modo que a pedra aparece verde, enquanto a luz incandescente, mais rica em vermelho, faz com que a pedra adote esta cor.

Este exuberante fenômeno é denominado efeito-alexandrita e outras gemas podem apresentá-lo, entre elas a safira, algumas granadas e o espinélio.

É importante salientar a diferença entre esta propriedade e a observada em gemas de pleocroísmo intenso, como a andaluzita (e a própria alexandrita), que exibem distintas cores ou tons, de acordo com a direção em que são observadas e não segundo o tipo de iluminação a qual estão expostas. A Rússia foi o único produtor dessa variedade de crisoberilo por muito tempo, até que, entre 1960 e 1980, devido ao esgotamento de suas reservas, o Sri Lanka passou a ser o produtor mais importante.

Entre 1970 e 1980 o Brasil também se tornou um produtor de Alexandrita com extrações na Bahia, Espírito Santo e, principalmente Minas Gerais onde, inicialmente a Alexandrita era extraída no município de MalacachetaEm 1986 descobriu-se grande quantidade dessa gema em hematita, no município de Antônio Dias, o que provocou o abandono dos demais garimpos.A jazida de hematita levou o Brasil à condição de maior produtor mundial. 

Desde 1970 se produz Alexandrita sintética, e há também, no mercado, imitações feitas com espinélio sintético, ao qual se adicionou óxido de vanádio.As imitações são vendidas sob os nomes de Alexandrina, Alexandrita sintética ou simplesmente Alexandrita, o que pode provocar confusão na hora da compra.

Tentativas de imitações da Alexandrita feitas no passado com a utilização de Espinélios e Coríndons sintéticos obtiveram resultados bastante modestos. No entanto, mais recentemente, têm sido produzidas Alexandritas sintéticas somente para uso industrial, o que as torna ainda mais raras do que a gema natural.

É importante ressaltar que uma pedra sintética não quer dizer que é uma pedra artificial. Pedras sintéticas são criadas em laboratório a partir de fragmentos da pedra original.

Elas contém basicamente a mesma composição das pedras naturais, a única diferença é que enquanto a natureza levaria milhões de anos para produzir uma gema, em laboratório levam-se de 6 meses a 1 ano. Gemas sintéticas possuem uma energia extremamente poderosa, tanto quanto as gemas naturais.

E ainda tem outra vantagem: Por serem produzidas em laboratório, não trazem tantos problemas ambientais quanto o garimpo. 

A distinção entre as alexandritas naturais e sintéticas é feita com base no exame das inclusões e estruturas ao microscópio e, como ensaio complementar, na averiguação da fluorescência à luz ultravioleta, usualmente mais intensa nos exemplares sintéticos, devido à ausência de ferro, que inibe esta propriedade na maior parte das alexandritas naturais.

A maior natural Alexandrita já lapidada, com 65 quilates, foi encontrada no Sri Lanka e atualmente se encontra no Museu de História Natural de Washington nos Estados Unidos. Ainda no Sri Lanka encontrou-se uma Alexandrita que pesou 375g em seu estado bruto. 

Foram descobertas três pedras no município de Antonio Dias em Minas Gerais.

A menor pesando 388,74 gramas a segunda pesando 651,50 gramas e a maior pedra pesando 6.184,27 gramas.

Conforme laudo do GEMOLOGICAL LABORATORY HÉCLITON SANTINI HENRIQUES Registration Number: LT-390/11. todas em estado bruto.

A Alexandrita é excelente para evitar que energias psíquicas exteriores venham exercer força sobre nós.

Traz força e coragem para prover nossa própria renovação e regeneração, dando espaço para idéias novas ou fomentando a liberação de preconceitos e velhos hábitos mentais.

Traz maturidade emocional, alegria e proteção.

Aumenta a graça e a elegância nos gestos e nas atitudes.

Atua sobre a auto-estima e facilita o equilíbrio emocional.

Com este cristal, as qualidades femininas são ligeiramente amplificadas.

Doenças do sistema nervoso, leucemia e problemas associados às glândulas linfáticas e ao baço podem ser aliviados quase que instantaneamente com a Alexandrita pois este cristal aumenta a assimilação de proteínas.

Podendo ainda ser utilizada na cromoterapia para uma amplificação dos efeitos desta técnica. 

A Alexandrita é benéfica para o sistema nervoso, para o baço os testículos.

Mas a habilidade que ressalta é sua capacidade regeneradora, tanto no plano físico, quanto no mental. Este cristal nos guia e ajuda a reconstruir o auto-respeito.

Auxilia-nos a reconhecer nossa importância e valor neste mundo.

Também nos ajuda a ver melhor qual o nosso lugar na natureza e dentro de uma ecologia saudável.

É uma pedra tranquilizadora e quem a usa verá estabilizar-se seu gasto de energia, de modo que algumas coisas que, em geral, exigem um grande esforço físico ou mental, tornam-se menos onerosas. A Alexandrita é a pedra do equilíbrio entre a força e a justiça, o poder e humildade, a agressividade e a doçura.

Excelente para ser utilizada por políticos e homens de negócio lhes garantindo o sucesso, evitando-lhes os falsos passos.

Seu desempenho de equilíbrio intervém ao nível da circulação das energias entre o chakra coronal e o chakra racina.

FICHA TÉCNICA DA ALEXANDRITA

Chakra: Sétimo, sexto, quarto

Bodas: 45 anos

Polaridade: Feminina

Dureza: 8,5 Mohs

Profissões: Políticos, empreendedores, oradores, palestrantes

Composição: Óxido de berilo e alumínio

Origem: Sri Lanka (Ratnapura e diversas outras ocorrências), Brasil, Tanzânia (Tunduru), Madagascar (Ilakaka) e Índia (Orissa e Andhra Pradesh)

Efeitos esotéricos e psíquicos:

  • Equilíbrio
  • Otimização da energia
  • Protege contra energias negativas
  • Regeneração (tanto física quanto mental)
  • Ajuda a se livrar de preconceitos
  • Auto-estima
  • Maturidade

Efeitos terapêuticos:

  • Testículos
  • Sistema nervoso
  • Leucemia
  • Glândulas linfáticas
  • Baço
  • Aumenta a assimilação de proteínas