O que são pedras roladas, brutas e lapidadas?

O que são pedras roladas, brutas e lapidadas?

Os formatos das pedras influenciam diretamente em suas virtudes, por isso que determinados cristais são lapidados de uma ou outra forma para determinados fins. Assim como os bastões de selenita, pontas de cristais, pêndulos, esferas e muitos outros. Conheça agora as diferenças entre pedras roladas, lapidadas e brutas:

PEDRAS ROLADAS

As pedras roladas seriam aquelas que se acham na encostas das rochas grandes, ou no fundo dos rios e riachos, que pela ação do tempo e das intempéries foram de certa forma lapidadas naturalmente, quando se deslocam na natureza, ganhando a forma quase esférica, arredondadas e por vezes até semi polidas. No mercado de minerais encontramos diversos tipos e qualidades de pedras ditas roladas, mas que passaram por processos de polimento e até processos de aquecimento para ganhar tonalidades diferentes e mais atrativas. São usadas em decoração nos interiores e exteriores de edificações, como casas, ateliês, apartamentos, mansões, em artes plásticas, e outros, trazendo muita beleza e ostentação. São comercializadas nos tamanhos Large, Mini e Super-mini.

PEDRAS BRUTAS

Pedras brutas são aquelas que não tiveram nenhum tipo de polimento ou lapidação pelo homem. Da forma que foram encontradas do garimpo são vendidas.

PEDRAS LAPIDADAS

A lapidação de determinados cristais pode potencializar suas virtudes e sua beleza, e é isso que acontece com os cristais, topázios, rubis e safiras (por exemplo). A lapidação torna a gema mais brilhante e mais atrativa, tanto para fins esotéricos quanto para enfeitar alianças, colares, brincos, aneis e pulseiras.

Muitas pessoas têm dúvidas sobre as diversas formas e lapidações que uma pedra pode ter. Por exemplo, tem gente que chama qualquer diamante de “brilhante”. Há ainda quem acredite que o brilhante seja simplesmente qualquer diamante que seja lapidado. Vamos começar do básico: por que devemos lapidar uma pedra? Porque a beleza da maioria delas só se evidencia após este processo. Antes disso, no estado bruto, elas podem até passar despercebidas por olhos leigos. O objetivo da lapidação é mostrar as melhores características da gema, levando em consideração sua cor, clareza (pureza) e peso, tornando-a mais brilhante e valiosa.

As lapidações mais populares atualmente no mundo da joalheria podem ser divididas em duas grandes categorias – as facetadas e/ou degraus e os cabochons. Tem ainda a lapidação mista, que compreende duas variedades na mesma pedra, com uma parte dela lisa e a outra facetada ou em degraus.

A lapidação brilhante, de formato redondo, é a mais popular para os diamantes e diversas outras pedras, pois ela assegura que o máximo de luz seja refletido, criando brilho. As variações do contorno podem ser nos formatos oval, gota e navette (cuja forma lembra a de um “barco”), conhecidas como brilhantes modificados.

Na lapidação lisa, o principal representante é o cabochon, que é um talhe simples usado para exibir as cores e os efeitos óticos de pedras preciosas. A parte superior é lapidada de forma arredondada, e a inferior é plana ou levemente convexa. Já as pedras com lapidação mista normalmente são arredondadas no contorno, com a parte de cima facetada como o brilhante, e a de baixo em degraus.

A lapidação lisa das gemas cabochon (cabochão) é normalmente utilizada para os materiais que se seguem:

  • Gemas opacas a levemente translúcidas, com bela cor, desenhos, manchas, anéis ou bandas que são realçados com essa lapidação. Nomeadamente  jaspe, ágata, olho-de-tigre, olho-de-falcão, crisoprásio, malaquita, lápis lazúli, jade, heliotrópio, rodocrosita, turquesa, calcedônia, quartzo azul, quartzo verde, ônix, hematita e rodonita, entre outros);
  • Pedras translúcidas ou com várias inclusões de materiais (quando transparentes destinam-se à lapidação facetada). respectivamente, a água marinha, ametista, citrino, esmeralda, granada, iolita, turmalina, quartzo rosa, rubi e safira, por exemplo);
  • Exemplares transparentes a translúcidas, onde as inclusões merecem destaque e são realçadas com essa lapidação (como com ágata musgo, quartzo rutilado, quartzo turmalinado, quartzo com inclusões de pirita ou limonita);
  • Pedras preciosas com efeitos ópticos especiais que se tornam evidentes ou que são destacados apenas através dessa lapidação (como olho-de-gato, asterismo, adularescência, labradorescência, opalização e aventurinização);
  • Cristais de origem orgânica, que geralmente recebem esta lapidação (como corais, âmbar e conchas)
  • excepcionalmente, gemas mais transparentes podem também ser assim lapidadas para atender preferências pessoais ou para melhor aproveitar determinado mineral bruto.

 

As gemas cabochon (cabochão) são muito utilizadas no fabrico de jóias, especialmente em anéis, mas também se estende a broches, pingentes, brincos e braceletes, etc.

O que são pedras sintéticas, naturais e artificiais?

O que são pedras sintéticas, naturais e artificiais?

Sempre bate aquela dúvida na hora de comprar pedras e cristais: Pedra sintética, natural ou artificial? Qual é a melhor para utilizar? Qual a diferença entre elas? Descubra tudo isso conosco hoje!

Você sabe diferenciar uma gema natural de uma sintética? A humanidade sempre foi fascinada por joias, pedras preciosas e outros minerais que acabaram se tornando muito valiosos. Prova disso é a possibilidade de se produzir algumas gemas sintéticas, as quais embelezam joias como alianças de noivado, alianças de namoro, anel de compromisso, anel de formatura e muitas outras. Em alguns casos é muito difícil diferenciar uma gema natural de uma sintética, tamanha a perfeição que elas apresentam.

Lingam de Shiva Marrom - 3 cm - 6359

Como são obtidas as gemas naturais:

As gemas naturais usadas nos diferentes modelos de alianças, anéis de ouro, anéis de prata, anéis de formatura e outras joias são formadas pela natureza, ao longo de anos e sem a interferência direta do homem. Sua origem inorgânica (sem base de carbono) pode vir de vegetais ou animais em condições específicas, como pressão ideal ou decomposição de determinados materiais. Essas condições, por serem muitos especiais, contribuem para a raridade de algumas peças. Dentro desta categoria ainda existem as gemas lapidadas, roladas e brutas (falaremos deste assunto em breve).

AS GEMAS SINTÉTICAS

Antes de mais nada é preciso esclarecer que uma gema sintética não é o mesmo que gema artificial. Os processos de obtenção foram desenvolvidos devido à raridade de alguns exemplares ou mesmo do seu custo elevado. Por essa razão leva-se em consideração a dificuldade do processo e o valor para sua obtenção. A produção ocorre, geralmente, em laboratórios e cada uma das gemas pode ter um processo diferente, contudo a base é sempre a mesma, pois todas as gemas são produzidas a partir de gemas naturais.

As gemas naturais são pulverizadas para se tornarem compostos semelhantes a areia. A partir daí esse material é fundido e recristalizado em diferentes condições. Devido ao fato de serem obtidas de material natural, o resultado pode ser semelhante as qualidades da gema natural. Dessa forma a cor, densidade, brilho, índice de refração e outros podem ser bem parecidos aos da gema natural. Por isso a dificuldade em distinguir a gema sintética da natural. Em alguns casos somente usando um microscópio é possível notar a diferença.

PRIMEIRAS GEMAS SINTÉTICAS

Para se ter uma ideia, há relatos que as primeiras tentativas de sintetizar as pedras preciosas aconteceram no Egito a mais de 4 mil anos antes de Cristo. Possivelmente, o motivo era a escassez de Lápis – lazúli o qual era de grande importância para os egípcios. Na ocasião, tentaram aquecer o Esteatito para obter a gema, mas sem sucesso. A partir do século XIX a produção se tornou maior e vários tipos já eram produzidos pelo homem utilizando diferentes processos.

No início as pedras mais comuns eram Rubis, Safiras e Epinélios, devido a sua maior facilidade e custos reduzidos para a obtenção. A maioria utilizada em joias como aliança de namoro, anel de compromisso, anéis de formatura e outros. Contudo há também a produção destinada a indústria, como o caso do Diamante, o qual já produzido de forma sintética desde 1954 e hoje possui uma qualidade impecável.  

Atualmente diversos países produzem gemas sintéticas, como o Brasil, que produz Alexandrita ou a Rússia, produtora de Diamante. Austrália e Tailândia se destacam na produção de Safira, a qual também possui boa aceitação no mercado.

As gemas sintéticas são cultivadas em laboratório e têm as mesmas características físicas, metafísicas e químicas, como a pedra da natureza extraída do garimpo. São produzidos em um laboratório, reproduzindo as condições naturais em que suas contrapartes naturais são formadas.

Alguns exemplos de gemas sintéticas são a Opalina (Falsa Pedra da Lua), a Pedra Estrela e a Pedra do Sol. As três são produzidas em laboratório e ambas possuem propriedades incríveis.

AS GEMAS ARTIFICIAIS

As gemas artificiais são aquelas que não existem em estado natural no planeta. Como é o caso do zircônio, uma pedra preciosa produzida em laboratório cujos exemplares não existem na natureza. Mas não se engane, apesar de serem artificiais, estas pedras também possuem propriedades físicas, metafísicas e químicas únicas.

Opalina (Falsa Pedra da Lua) e seus significados e propriedades

Opalina (Falsa Pedra da Lua) e seus significados e propriedades

A opalina (também conhecida como “falsa pedra da lua”) é um cristal criado pelo homem utilizando quartzo, vidro opalizado e alguns metais para dar um efeito opalescente e quase hipnotizante com tons de azul fantasmagórico (especialmente quando em cima de um fundo negro).

Sua cor é um azul celeste maravilhoso, e ao mudar de ângulo facilmente vemos outras cores iridescentes encantar nossos olhos, rosa, laranja, etc. É como se o próprio amanhecer encontrasse moradia dentro de uma pedrinha.

O termo “opalina” nos tempos atuais refere-se a uma forma de vidro opaco e reluzente. Na França, o termo opalino é usado para se referir a vários tipos de vidro e não especificamente da cor de “cristal antigo” ou “semi-cristal”. A idéia de que o termo “opala” é estritamente francês “cristal antigo” está incorreto. Por exemplo na França, você pode ver no comercio de pedras uma obsidiana de escória de vidro americana para a venda com nome de opalina em referência à cor do vidro e não da idade, origem ou conteúdo do vidro.

Surpreendentemente, apesar de não ser produzida pela natureza, possui poderes extraordinários além de ser uma pedra de beleza singular. É aconselhada ao sexo feminino, em especial quando se pretende engravidar,  é também muito utilizada para estabilizar o humor.

Devido a escassez da Pedra da Lua Verdadeira e da Opala Arco-Íris no garimpo, houve a necessidade de sintetizar estes minerais em laboratório, e neste caso começaram a produzir uma pedra branca de efeito opalescente bem aproximado às pedras originais. E foi assim que nasceu a Opalina (Falsa Pedra da Lua).

Se você já teve a oportunidade de tocar as mãos em uma opalina, então já percebeu que são muito parecidos com uma pedra tradicional. Tanto em brilho, dureza, cor e reluzencia. Isso porque na verdade são as mesmas pedras, a mesma composição, só que sintéticas, uma vez que são fabricadas a partir de pedras naturais com aditivos sintéticos.  

O resultado é uma pedra extremamente homogênea, resistente e ideal para lapidar jóias, fazer montagens de pingentes, anéis colares e etc…. E claro, diminuindo o impacto ambiental de extração de pedras da natureza.

As gemas sintéticas são cultivadas em laboratório e têm as mesmas características físicas e químicas, como a pedra da natureza extraída do garimpo. São produzidos em um laboratório, reproduzindo as condições naturais em que suas contrapartes naturais são formadas.

A opalina equilibra hormônios, trabalha a sexualidade e a fertilidade, entra no universo hormonal e afetivo feminino. A sua harmonização proporciona maior fertilidade e alegria de viver. Atua no campo afetivo, ajudando a atrair o amor e a resolver problemas entre enamorados. Para as mulheres, inspira sensualidade e fertilidade.  As mulheres da Índia e Sri Lanka costumam fixar uma pedra opalina em seus trajes para o equilíbrio da alma e da saúde.

A opalina é uma pedra de difícil programação (Saiba como programar seu cristais clicando aqui), pois possui uma energia muito intensa principalmente para o sexo feminino. Não é indicada para pessoas que se sentem desequilibradas emocionalmente, pois vai acentuar ainda mais este desequilíbrio.

Mas ainda assim, se for utilizá-la nestas condições. Tenha ciência que poderá haver explosão de raiva, surto de choro e outros picos emocionais durante (e por algum período) após o uso da Opalina.

Sua energia é tão poderosa que algumas pessoas sentem fraqueza ao estar em contato com este mineral. Em caso deste tipo de sintomas, basta parar de carregar a pedra por um tempo até que você se sinta estabilizado.

A Opalina não é recomendada utilização por períodos prolongados para pessoas do sexo masculino, pois tende a afetar na redução da produção da testosterona e causar outros desequilíbrios tanto hormonais quanto emocionais.

Atua no quarto chakra, fazendo conexão com a energia da lua e o aspecto feminino de nossa natureza emocional, abrindo o ser à parte feminina da personalidade, para que ele possa integrar-se inteiramente na unicidade.

Ajuda a acalmar e equilibrar as emoções, trazendo-as sobre o controle da vontade superior, em vez de reprimi-las. Age como guardiã à entrada do subconsciente e serve para nos proteger das nossas próprias emoções.

Auxilia os homens a se sintonizarem mais com o aspecto feminino de sua natureza. Fisicamente, estimula a glândula pineal a ajudar nos processo do crescimento, ajuda nos pequenos desequilíbrios das endócrinas nas mulheres, e pode ainda auxiliar na limpeza de linfáticos congestionados. É também usada na prevenção e tratamento do câncer.

É uma pedra de proteção e pode ser usada para projeção astral. Promove a alegria de viver a estreita nossas relações com a família. Tira o medo do futuro e, na meditação, nos revela nossos verdadeiros sentimentos.

FICHA TÉCNICA DA OPALINA

Signo: Cancer

Vibração: Alta

Polaridade: Feminina

Planeta:  Lua

Elemento: Água

Composição química: Sílica

 

Efeitos esotéricos e psíquicos:

  • Estabiliza o humor
  • Alegria
  • Atrai o amor
  • Intuição
  • Sensibilidade
  • Sensualidade
  • Conduz e armazena energia

Efeitos terapêuticos:

  • Fertilidade
  • Sexualidade
  • TPM
  • Equilibra os hormônios