Drusas e seus significados e propriedades

Drusas e seus significados e propriedades

Drusas ou aglomerados são várias pontas de cristal que compartilham a mesma base, cada qual com sua individualidade, pois não há uma ponta igual a outra. Elas convivem em harmonia respeitando o mesmo espaço fazendo um único ofício, transmutação, limpeza e energização de ambientes. Esses cristais são indicados quando várias pessoas precisam compartilhar o mesmo lugar, principalmente se este for movimentado, seja no trabalho ou em nossa casa, na sala de estar, garantindo uma convivência harmônica entre diferentes seres.

Independente do tamanho, suas pontas espalhadas emitem energia positiva em todas as direções funcionado como um energizador automático. As drusas de Quartzo Branco além de garantir pureza ambiental, é excelente para reativar a luz natural de cristais menores, fortalecendo sua potência, energizando-os, assim como objetos pessoais: retratos, jóias, japamalas, etc.

As drusas de quartzo branco também são excelentes para afastar as energias dissonantes provenientes de pessoas. Elas devem ser colocadas nos cantos das salas apontadas para o local onde há mais movimento de pessoas. Elas criam uma atmosfera tão positiva que as pessoas com energias dissonantes não suportam e se afastam. Essas drusas também podem ser utilizadas para potencializar as propriedades curativas da água e energizar outros cristais. As Drusas são peças básicas para todo e qualquer ambiente. A drusa tem a capacidade de transmitir energia para várias direções ao mesmo tempo, e por isso é a peça mais indicada para ambientes maiores. As propriedades energéticas das drusas são as mesmas do cristal de quartzo gerador (clareza, equilíbrio, harmonia, luz, dispersão de energias negativas), pois ela é composta de vários geradores de diferentes formas e tamanhos. No entanto, um gerador funciona melhor para um trabalho individual e a drusa para o trabalho coletivo.

As drusas de Ametista são próprias para purificação de ambientes onde haja trabalhos espirituais, de meditação ou com doenças físicas, pois suas pontas unidas elevam e transmutam a vibração emanada em uma frequência muito alta capaz de dissipar a energia não-qualificada em minutos. Por isso, esta pedra nos fornece uma fantástica maneira de limpar o cristais que foram usados em nós mesmos ou em outra pessoa, bastando para isso colocá-los sobre a drusa e deixá-los por algum tempo, o qual será determinado pela intuição do usuário. A ametista também fala em rejuvenescimento, portando fazer respirações, pranayamas, diariamente em um caldeirãozinho de ametista pode garantir potes de cremes a menos no orçamento.

Existem também as capelas e geodos que são constituídos por dentro por enormes formações drusas. Os geodes ou geodos (do grego, geoides, terroso) são formações rochosas que ocorrem em rochas vulcânicas e ocasionalmente em rochas sedimentares. Quando partidos ao meio são denominados também de capelas pelo costume cultural de se colocar imagens de santos dentro deles. Os Geodos e as capelas são essencialmente cavidades que se formam nas rochas, apresentando-se revestidas por formações cristalinas, muitas vezes apresentando a forma de faixas concêntricas. O exterior dos geodos mais comuns é geralmente constituído por calcário, enquanto que o interior contém cristais de quartzo e/ou depósitos de calcedônia. Outros geodos apresentam-se completamente preenchidos com cristais, apresentando-se como uma massa sólida, e tomam o nome de nódulos.

Os geodos e capelas podem formar-se em qualquer cavidade enterrada, estas são geralmente bolhas de gás no interior de rochas ígneas, bolsas sob as raízes de árvores, vesículas em lava após uma erupção vulcânica ou mesmo tocas de animais. Com o tempo, a parede externa da cavidade endurece, e os silicatos e carbonatos dissolvidos depositam-se na superfície interior; o fornecimento lento de constituintes minerais pelas águas subterrâneas ou por soluções hidrotermais, permite a formação de cristais no interior da câmara oca. Ao longo de milhões de anos após a sua formação, o geodo regressa à superfície através de processos geológicos correntes.

O tamanho dos cristais, bem como a sua forma e tonalidade, são variáveis, tornando cada geodo e capela únicos, depende muito dos componentes que estavam no local onde o mineral se formou. Alguns são límpidos como cristais de quartzo e outros contêm cristais púrpura de ametista, citrino, aragonita etc…. Outros podem conter ágata, calcedônia ou jaspe. Não se pode dizer como é o interior de um geodo até que seja cortado ou partido, de forma a expor o seu interior.

Por vezes alguns geodos e capelas passam por uma coloração sintética com corantes artificiais. Amostras com cores incomuns e formações pouco prováveis, são geralmente produto de alteração sintética.

Os geodos são criados quando bolsões de ar se formam em rocha vulcânica quente. Com o passar do tempo, os cristais vão formando-se gradualmente à medida que água se infiltra e vaza no bolsão de ar. Os minerais contidos na água se depositam na rocha e se acumulam gradualmente para criar os cristais.

Os cristais de geodo têm aparência diferente dependendo do local onde se formaram. As cores dos cristais são majoritariamente determinadas pelos tipos de minerais presentes na água que se infiltra nos bolsões de ar. Alguns dos geodos mais impressionantes são encontrados na América do Sul. Esses geodos têm cristais roxo-escuros no centro e são chamados de geodos de ametista.

Um geodo enorme foi descoberto em 1999 na Espanha. Ele tinha 8 m de comprimento. Os cristais em seu interior são brancos e alguns chegam a um metro de comprimento. A hipótese é de que os cristais se formaram milhões de anos atrás quando boa parte do Mar Mediterrâneo evaporou e deixou sal no bolsão de ar do geodo, o que acabou tornando-se cristais.

Quando, há cerca de 200 anos , os lapidadores europeus pesquisavam o Brasil à procura de pedras, constituíram-se as Geodos-da-Sorte, as indicadoras dos caminhos aos mais belos locais de descoberta de Ametistas e Ágatas do mundo. Já que havia algo de sorte no encontro de belas “Ágatas-de-Água” com cristais, foram as Ágatas-de-Água chamadas de Geodos-da-Sorte. Também os indianos veneravam essas pedras preciosas, de interior vazio, como pedras curadoras, protetoras e da sorte. No fogo, elas brilhavam como carvões e deveriam afastar os maus espíritos.

Geodos e Capelas são especialmente úteis contra doenças da pele, protegem contra o surgimento excessivo de sardas e regulam, se portadas ao pescoço , falhas do sistema de pigmentação da pele. Elas também previnem doenças do couro cabeludo e se colocadas debaixo do travesseiro, os geodos aliviam as perturbações psicossomáticas.

Os geodos e capelas são indicados para se ter mais forças regeneradoras, beleza, irradiações do corpo, alívio de sofrimentos da alma, cura de moléstias da pele e de fundo emocional. Estes aglomerados de cristais fazem com que tudo de mau se afasta do corpo de seu portador, prevenindo-o contra falsos amigos, fazem com que seu portador, se sinta mais satisfeito e levantam, através de suas forças regeneradoras a beleza e a irradiação do corpo. Melhoram as dores espirituais e curam moléstias da pele. Transmitem autoconfiança e alegria de viver. Na meditação, essas pedras são muito apreciadas devido às suas flutuações suaves , que harmonizam a alma.

Você pode por um geodo ou capela em algum cômodo da sua casa ou escritório, assim ele vai irradiar energia e transmitir todas as suas virtudes para o local.

Joias de Cristal e seus significados e propriedades

Joias de Cristal e seus significados e propriedades

Os cristais podem ser usados em jóias, contribuindo assim para a nossa clareza mental, estabilidade emocional e equilíbrio físico. Andar com algum cristal como amuleto ou jóia é uma das técnicas mais simples e eficientes de tirar proveito da sua força curativa. Durante milhões de anos, as gemas foram sendo usadas nos dedos da mão, ao pescoço, nos pulsos, no umbigo e no 3º olho, no cabelo, nos dedos dos pés e no nariz. Desde que o Ser Humano pensou em adornar-se, foram sendo usados os cristais e as pedras mais belas na elaboração de jóias. Os Egípcios utilizavam o Lápis-Lazuli, a Cornalina e a Malaquite; os Incas a Esmeralda; os Chineses o Jade e os Índios Americanos a Turquesa. Estas civilizações conheciam o poder curativo das pedras e o utilizaram conscientemente em aplicações específicas.

Alguns soberanos de grandes impérios usavam coroas com cristais sagrados para que governassem o seu povo com sabedoria. Levavam-se algumas pedras em determinados dedos para canalizar certas energias e influências. As bailarinas da dança do ventre levam no umbigo rubi e pedras de cor vermelha para despertar o interesse sexual dos espectadores. Os Astecas, por sua vez, levavam pedras no centro do 3º olho para que a consciência permanecesse harmonizada com Deus. Também se usaram colares de gemas pendurados até a zona do peito para estimular o chakra do coração, infundindo à pessoa amor e compaixão. E, por último, em pendentes, estimulando os reflexos relacionados com as outras partes do corpo.

 

Os antigos sacerdotes judeus usavam um peitoral que continha doze pedras preciosas que representavam as doze tribos de Israel, cada uma era colocada em uma posição específica e deveriam ser presas a metais também preciosos. Outra utilização interessante dos cristais na história era a utilização do Lápis Lazúli pelos faraós egípcios. Eles os trituravam e usavam como maquiagem além de colocar nos olhos do faraó que seria mumificado para que ele pudesse “ver” as portas do outro mundo.

As joias e amuletos feitos de cristais foram amplamente utilizados pelas culturas antigas. Temos relatos de tribos indígenas lapidando cristais em formatos de animais para poder fortalecer as qualidades dos bichos em seu portador. Existem outros relatos de amuletos com cristais escuros para proteção contra más energias, além das muito cobiçadas joias que sempre foram utilizadas como forma de mostrar status social, além de auxiliarem seus portadores a se manterem protegidos e equilibrados.

A ametista era um cristal muito utilizado na antiga Grécia como um poderoso antídoto contra a embriaguez, seja pelo uso como amuleto ou colocado direto nos barris de vinho. Inclusive algumas regiões fabricavam o vinho com ametistas dentro para deixá-lo mais carregado com a energia da pedra preciosa.

Enfim, chegamos na Atlântida. Esse é o nome dado a um continente que, segundo a lenda, estava situado no que hoje é o oceano atlântico. Sua civilização teria alcançado um nível de desenvolvimento tecnológico e espiritual muito elevado e toda sua matriz energética seria baseada nos cristais, além de terem desenvolvido fortemente a medicina baseada nas pedras. Diz a lenda que devido ao mau uso dessas forças geradas pelos cristais, o continente sofreu diversos desequilíbrios em seus sistemas, o que resultou em diversas catástrofes naturais e acabou causando a submersão ao longo de milhares de anos.

Perdemos uma grande parte do conhecimento das motivações autênticas da joelharia nos dias de hoje. Originariamente, considerava-se que a pedra era o veículo de certas energias e usava-se para que transmitisse uma influência específica. Por vezes, as atávamos ao pescoço, aos pulsos, na cabeça e nos tornozelos, com corda ou barbante, pois do contato permanente com o corpo resultava em efeitos duradouros. Novamente e desde há pouco tempo, numerosas pessoas entendem que certa combinação de pedras, seguindo desenhos estudados, trazem rejuvenescimento e efeitos curativos.

Quando as jóias se desenham e se usam conscientemente com um propósito terapêutico, são obras de arte que fortalecem ao seu dono. Ao usar cristais e jóias feitas com cristais, esta energia funde-se com a aura ou campo eletromagnético do ser humano. A Luz dá a sua resposta à pedra; logo, as vibrações das suas cores penetram reflectidas na aura; o aumento das frequências de cor dissipa ou neutraliza o stress psíquico e emocional. O incremento de energias saudáveis e de força luminosa em volta do corpo proporciona equilíbrio e poder.

A criação de uma jOia não serve só pela sua beleza cósmica, mas também para que utilizemos conscientemente suas propriedades terapêuticas e outros dons armazenados no cristal. Estas obras de arte, todas únicas, convertem-se em objetos íntimos de poder, elevando-nos a estados superiores de consciência e facilitando o êxito de objetivo pessoais.